26 de mar. de 2019

Lollapalooza 2019



Lollapalooza 2019: Arctic Monkeys, Kendrick Lamar, Sam Smith e Post Malone

 

Lollapalooza Brasil 2019 acontece em São Paulo nos dias 5, 6 e 7 de abril e as atrações já foram divulgadas. Nós já podemos comemorar a presença de alguns grandes nomes que vão dar uma passada pelo Autódromo de Interlagos. E adiantamos que tem atrações pros mais variados gostos!


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Programação do Lollapalooza 2019

Sexta-feira (5)

Palco Budweiser
  • 12h30 - 13h10: BRVNKS
  • 14h00 - 14h45: Scalene
  • 15h55 - 16h55: Foals
  • 18h05 - 19h20: Tribalistas
  • 21h00 - 22h45: Arctic Monkeys
Palco Onix
  • 11h55 - 12h25: 89FM
  • 13h15 - 13h55: Autoramas
  • 14h50 - 15h50: Portugal. The Man
  • 17h00 - 18h00: The 1975
  • 19h25 - 20h55: Sam Smith
Palco Adidas
  • 12h30 - 13h10 - Molho Negro
  • 14h00 - 14h45: The Fever 333
  • 15h55 - 16h55: Troye Sivan
  • 18h20 - 19h20: St. Vincent
  • 21h00 - 22h15: Macklemore
Palco Perry’s By Doritos
  • 12h00 - 12h45: Maz
  • 13h00 - 13h45: Elekfantz
  • 14h00 - 15h00: Dashdot
  • 15h15 - 16h15: Bruno Be
  • 16h30 - 17h30: Loud Luxury
  • 17h45 - 18h45: Fisher
  • 19h00 - 20h00: Zhu
  • 20h15 - 21h15: KSHMR
  • 21h30 - 22h30: Tiësto

Sábado (6)

Palco Budweiser
  • 12h30 - 13h10: Carne Doce
  • 14h10 - 15h00: Rashid
  • 16h10 - 17h10: Snow Patrol
  • 18h20 - 19h35: Lenny Kravitz
  • 21h00 - 23h00: King of Leon
Palco Onix
  • 11h50 - 12h25: Catavento
  • 13h15- 14h05: Liniker e os Caramelows
  • 15h05 - 16h05: Silva
  • 17h15 - 18h15: Bring Me The Horizon
  • 19h40 - 20h55: Post Malone
Palco Adidas
  • 12h30 - 13h10 - Duda Beat
  • 14h10 - 15h00: Lany
  • 16h10 - 17h10: Jain
  • 18h20 - 19h20: Jorja Smith
  • 21h00 - 22h15: Odesza
Palco Perry’s By Doritos
  • 12h00 - 12h45: Illusionize
  • 13h00 - 13h45: Liu
  • 14h00 - 15h00: Dubdogz feat Vitor Kley
  • 15h15 - 16h15: Chemical Surf
  • 16h30 - 17h30: Gryffin
  • 17h45 - 18h45: Valentino Khan
  • 19h00 - 20h00: Vintage Culture
  • 20h15 - 21h15: Kungs
  • 21h30 - 22h30: Stevie Aoki

Domingo (7)

Palco Budweiser
  • 12h35 - 13h15: Aláfia
  • 14h10 - 14h55: BK’
  • 16h05 - 17h05: The Struts
  • 18h15 - 19h20: Greta Van Fleet
  • 21h00 - 22h15: Kendrick Lamar
Palco Onix
  • 11h55 - 12h35: E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante
  • 13h20 - 14h05: The Inspector Cluzo
  • 15h00 - 16h00: Gabriel, O Pensador
  • 17h10 - 18h10: Interpol
  • 19h25 - 20h55: Twenty One Pilots
Palco Adidas
  • 12h35 - 13h15 - Luiza Lian
  • 14h10 - 14h55: Letrux
  • 16h05 - 17h05: Iza
  • 18h15 - 19h20: Rufus Du Sol
  • 21h00 - 22h15: Years & Years
Palco Perry’s By Doritos
  • 13h00 - 13h45: Pontifexx
  • 14h00 - 14h45: KVSH
  • 15h00 - 16h00: Groove Delight
  • 16h15 - 17h15: GTA
  • 17h30 - 18h30: Bhaskar
  • 18h45 - 19h45: Don Diablo
  • 20h00 - 21h00: RL Grime
  • 21h15 - 22h15: Dimitri Vegas and Like Mike

19 de mar. de 2019

TRIQUILHA OU QUADRIQUILHA? QUANDO USAR UMA OU OUTRA

Infelizmente, não há uma resposta simples para esta pergunta. Simplificando, ambas são ótimas, mas tudo depende do que você quer delas. Esta é a principal razão pela qual tantas pranchas são oferecidas com a opção de cinco quilhas.
Suas quilhas desempenham um grande papel no desempenho da sua prancha. Pela nossa experiência, as quilhas são responsáveis ​​por quase 40 por cento do desempenho da sua prancha. Alternar as suas quilhas, ou sua configuração de quilhas, desempenha um grande papel na forma de como será o desempenho de sua prancha.
Resultado de imagem para monoquilhaA fim de alcançar uma melhor compreensão da utilidade das quilhas, é importante entender um breve histórico e evolução delas. A monoquilha surgiu a fim de ajudar a dar alguma direção e estabilidade às pranchas pesadas e ​​grandes. Ela foi aperfeiçoada ao longo do tempo para ajudar a produzir direção, proporcionando estabilidade. As quilhas individuais, por outro lado, entraram em cena para ajudar a soltar as pranchas, dando manobrabilidade, bem como uma melhor dirigibilidade.


Resultado de imagem para triquilhaSimon Anderson desenvolveu a triquilha para lhe dar uma vantagem sobre o projeto biquilha, porque ele era um surfista maior e com o pé mais pesado. Isso pode ter resultou em uma menor velocidade em comparação com a biquilha, mas ele obteve o elemento adicional de controle quando executava as manobras, o impedindo de derrapar na onda. Através da experimentação Simon foi capaz de encontrar um equilíbrio de movimentação, velocidade e controle.

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A quadriquilha praticamente combina atributos da monoquilha com a triquilha. Acrescenta velocidade na onda sem a resistência e arrasto da quilha do centro em uma triquilha, mas com mais estabilidade e manobrabilidade mais controlada do que a biquilha. O truque com as quads, porém, é a colocação do grupo de quilhas. Se levarms as quilhas traseiras em consideração, quanto mais perto eles estão umas das outras e da rabeta, mais a sua prancha vai se comportar como uma triquilha. Quanto mais distantes elas estão e / ou colocadas mais para frente, perto das quilhas dianteiras, mais rápida a sua prancha vai ficar na onda, o que será semelhante a uma biquilha.



Então, por que ou quando você deve considerar a quad como uma opção?
A quad preenche esse vazio entre a triquilha e a biquilha. Todo mundo quer se o sentir mais rápido na onda, com a prancha mas solta, porém mantendo o controle. É precisamente quando a quad entra em jogo. Elas também podem ser colocadas em uso em ondas pesadas e tubulares, ou em ondas pequenas mais ladeira, dependendo da colocação dos conjuntos de quilhas, é claro.
Em dias de menores e mais ladeira, ter uma quad com as quilhas traseiras mais perto das bordas e um pouco mais para a frente realmente vai soltar a prancha. Isto permite manobras rápidas e jogar a rabeta com facilidade. Isso também lhe dará muito mais velocidade nas seções, pois não há nenhuma resistência de uma quilha central.
Para os dias ocos e maiores, as quads com as quilhas traseiras colocadas um pouco para trás e mais próximas irá fornecer velocidade extra e segurança na parede da onda. Você pode fazer linhas maiores em ondas mais cavadas com uma estabilidade extra por ter duas quilhas no trilho. Além disso, você vai ganhar velocidade extra por não ter nenhuma quilha de centro. Isto é essencial naquelas ondas pesadas onde não há muito espaço para se fazer manobras. Além disso, as quads são um toque mais rápido para fora da boca do tubo em comparação com uma triquilha. Assim que você pisar na prancha e dropar a onda, as quads irão lhe fornecer velocidade instantânea na onda em vez de você ter que bombear para dar velocidade à sua prancha.
Quando considerar usar uma triquilha?
Resultado de imagem para biquilhaHá uma boa razão pela qual a configuração triquilha tem sido, e continua a ser, o normal para as pranchas de surf ao longo dos últimos 30 anos. Simplificando, elas são previsíveis e elas funcionam. Mas se as quads são tão funcionais, por que pensar na triquilha?
A triquilha é perfeita para aqueles dias de super manobráveis. Quando a quad é ótima tanto em ondas pequenas, ou em dias ocos pra você botar pra baixo, a triquilha te dá o que você quer quando você tem tempo para manobrar, em vez de tentar deslizar e passar seções ou botar para baixo da linha com velocidade. a triquilha te fornece um arrasto controlado, que é útil quando você quiser surfar em um nível superior em ondas de boa qualidade. Pense naqueles dias parede com uns 2 metros de ondas clean, com muito espaço para se movimentar e fazer um monte de manobras. Este é o lugar onde a sua triquilha vai brilhar.
A triquilha ainda funcionará em ambas as ondas pequenas e grandes, mas tudo se resume à mistura das quilhas e da prancha e o quê o surfista prefere. Hoje em dia, você vê alguns surfistas de ondas grandes com quads para dar velocidade extra e capacidade de manter uma linha alta. Alguns caras, no entanto, preferem a estabilidade e controle extra necessário que a triquilha pode oferecer.

8 de jan. de 2019

Seether

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Seether é uma banda de post-grunge da África do Sul. Originalmente chamado Saron Gas e com a gravadora Musketeer Records na África do Sul, eles mudaram o nome em 2002, coincidindo com a estréia do primeiro álbum, Disclaimer.

19 de dez. de 2018

Gabriel Medina é bicampeão mundial!

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GABRIEL MEDINA É O CAMPEÃO MUNDIAL DE 2018! O título, que acaba de ser conquistado, veio com a vitória de Gabriel sobre o sul-africano Jordy Smith na semifinal do Billabong Pipe Masters, última etapa do Circuito Mundial da WSL no ano.




Gabriel Medina não poderia ter tido um fim de temporada mais feliz. Além do título mundial, sacramentado com uma vitória sobre Jordy Smith na semifinal, o paulista ainda venceu o Pipe Masters, sua antiga obsessão - o único brasileiro a conseguir o feito até então era Adriano de Souza, em 2015. Vice da etapa havaiana em 2014 e 2015, Gabriel faturou o torneio com uma vitória por 18.43 a 16.70 sobre Julian Wilson, seu adversário direto na disputa do título.


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- Pipe Masters é diferente de tudo. Eu trabalhei muito duro para conseguir isso. Estou muito, mas muito feliz mesmo. Foi uma grande final. O Julian é um competidor muito duro. Na final iria vencer quem fosse o melhor e eu e ele fizemos um "freesurf". Ele já havia ganho de mim antes aqui, e agora eu ganhei dele. O sentimento é muito bom. - disse Gabriel. 






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A primeira onda da final foi um modesto 3.17 de Julian Wilson, algoz de Medina na decisão de 2014. O camiseta amarela, por sua vez, respondeu ao seu melhor estilo. Aproveitando um tubo de esquerda, ele achou uma onda de 8.43, seguida de um 6.17, que lhe deu a liderança com folga. 



Sem se entregar, o australiano executou um aéreo espetacular, voltando à disputa com um 7.93. Pouco depois, Wilson passou à frente graças a uma onda de 8.77. Sem perder a confiança, Gabriel foi para a sua melhor onda na bateria, os mesmos 8.77 do australiano. Precisando de 8.43 para virar, Julian ainda viu Gabriel entubar uma onda de 9.57. Não dava mesmo para o número 1 do mundo, que mais uma vez ficou atrás do paulista de Maresias.

Billabong Pipe Masters – resultados das baterias:

Round 4:
1: Jordy Smith 11,50, Conner Coffin 9,43, Ryan Callinan 7,93
2: Gabriel Medina 16,90, Sebastian Zietz 11,93, Michel Bourez
3: Yago Dora 15,97, Julian Wilson 12,44, Joel Parkinson 7,77
4: Joan Duru 10,80, Kelly Slater 9,20, Jessé Mendes 7,00
Quartas de final:
1: Jordy Smith 13,16 x 6,93 Sebastian Zietz
2: Gabriel Medina 19,43 x  14,26 Conner Coffin
3: Kelly Slater 15,53 x 10,17 Yago Dora
4: Julian Wilson 13,50 x 10,07 Joan Duru
Semifinal:
1: Gabriel Medina 16,27 x 15,23 Jordy Smith
2: Julian Wilson 14,20 x 11,27 Kelly Slater


Final:
1: Gabriel Medina 18,34 x 16,60 Julian Wilson

Gabriel Medina em 2018: a trajetória para o bicampeonato mundial:


Classif. no evento: Derrotado por: Ranking após a etapa:
Gold Coast 13º Mikey Wright 13º
Bells Beach Italo Ferreira
Saquarema Wade Carmichael
Bali / Keramas Jordy Smith
Bali / Uluwatu Mikey Wright
Jeffreys Bay Filipe Toledo
Tahiti
Surf Ranch
Hossegor Julian Wilson
Portugal Italo Ferreira
Pipeline Campeão











Gabriel Medina não é mais o jovem que encantou o Brasil e levou o país ao lugar mais alto do pódio no surfe mundial. Tampouco o garoto que quase colocou um ponto final na carreira de maneira prematura quando tinha apenas 18 anos. A volta por cima veio da melhor forma. Com direito a manobras impressionantes, uma regularidade invejável e uma vida com ousadia e alegria, ele faz história mais uma vez. O Brasil tem seu primeiro bicampeão do mundo no surfe. O primeiro título já tinha feito Medina ganhar fama e status de celebridade. Amigos famosos como Neymar e Thiaguinho, patrocinadores e muita badalação em cima da sua vida profissional e pessoal. Mas o título de 2018 tem um sabor espe... - Veja mais em https://esporte.uol.com.br/reportagens-especiais/gabriel-medina-bicampeao-mundial-de-surfe/#tematico-1?cmpid=copiaecola
Gabriel Medina não é mais o jovem que encantou o Brasil e levou o país ao lugar mais alto do pódio no surfe mundial. Tampouco o garoto que quase colocou um ponto final na carreira de maneira prematura quando tinha apenas 18 anos. A volta por cima veio da melhor forma. Com direito a manobras impressionantes, uma regularidade invejável e uma vida com ousadia e alegria, ele faz história mais uma vez. O Brasil tem seu primeiro bicampeão do mundo no surfe. O primeiro título já tinha feito Medina ganhar fama e status de celebridade. Amigos famosos como Neymar e Thiaguinho, patrocinadores e muita badalação em cima da sua vida profissional e pessoal. Mas o título de 2018 tem um sabor espe... - Veja mais em https://esporte.uol.com.br/reportagens-especiais/gabriel-medina-bicampeao-mundial-de-surfe/#tematico-1?cmpid=copiaecola
Gabriel Medina não é mais o jovem que encantou o Brasil e levou o país ao lugar mais alto do pódio no surfe mundial. Tampouco o garoto que quase colocou um ponto final na carreira de maneira prematura quando tinha apenas 18 anos. A volta por cima veio da melhor forma. Com direito a manobras impressionantes, uma regularidade invejável e uma vida com ousadia e alegria, ele faz história mais uma vez. O Brasil tem seu primeiro bicampeão do mundo no surfe. O primeiro título já tinha feito Medina ganhar fama e status de celebridade. Amigos famosos como Neymar e Thiaguinho, patrocinadores e muita badalação em cima da sua vida profissional e pessoal. Mas o título de 2018 tem um sabor espe... - Veja mais em https://esporte.uol.com.br/reportagens-especiais/gabriel-medina-bicampeao-mundial-de-surfe/#tematico-1?cmpid=copiaecola

5 de dez. de 2018

Bush e Stone Temple Pilots anunciam shows conjuntos no Brasil em fevereiro de 2019

  As Bandas vão tocar em São Paulo no dia 14, no Rio no dia 15 e em Belo Horizonte no dia 17; venda para público geral começa no dia 5 de dezembro. 

 

Bush — Foto: Divulgação

 

   As bandas Bush e Stone Temple Pilots vão fazer shows no Brasil em fevereiro de 2019, anunciou nesta terça-feira (27) a produtora Time For Fun.
Os dois grupos de rock que tiveram o auge da carreira nos anos 90 vão se apresentar em São Paulo no dia 14, no Rio no dia 15 e em Belo Horizonte no dia 17.
   A venda de ingressos para público geral começa no dia 5 de dezembro

 Stone Temple Pilots — Foto: Divulgação

  Desde 2017, o vocalista do Stone Temple Pilots banda é Jeff Gutt, que participou do programa de TV "The X Factor" nos EUA em 2012. O resto dos integrantes é o mesmo desde o início: os irmãos Dean (guitarra) e Robert DeLeo (baixo) e o baterista Eric Kretz. Eles lançaram um disco autointitulado em 2018.
O Stone Temple Pilots tem dois ex-vocalistas que morreram nos últimos anos. Scott Weiland, voz de todas as músicas mais conhecidas da banda, morreu em 2015. Chester Bennington, do Linkin Park, que também cantou com o Stone Temple Pilots entre 2013 e 2015, morreu no ano passado.

  Já o Bush tem o cantor da formação original, Gavin Rossdale, e ainda o baterista dos anos 90, Robin Goodridge. Os outros dois integrantes, Chris Traynor (guitarra) e Corey Britz (baixo) tocam desde o retorno do grupo em 2010. 

Bush e Stone Temple Pilots no Brasil

São Paulo
  • Data: 14 de fevereiro, quinta
  • Onde: Credicard Hall
  • Quanto: R$ 60 a R$ 600
  • Vendas: a partir de 29 de novembro (clientes Credicard); 5 de dezembro (público geral)
  • Ingressos: ticketsforfun.com.br
Rio de Janeiro
  • Quando: 15 de fevereiro, sexta
  • Onde: KM de Vantagem Hall
  • Quanto: R$ 130 a R$ 590
  • Vendas: a partir de 29 de novembro (clientes Credicard); 5 de dezembro (público geral)
  • Ingressos: ticketsforfun.com.br
Belo Horizonte
  • Quando: 17 de fevereiro, domingo
  • Onde: KM de Vantagem Hall
  • Quanto: R$ 110 a R$ 400
  • Vendas: a partir de 29 de novembro (clientes Credicard); 5 de dezembro (público geral)
  • Ingressos: ticketsforfun.com.br

27 de nov. de 2018

OS FATORES QUE PREJUDICAM AS ONDAS BRASILEIRAS

OS FATORES QUE PREJUDICAM AS ONDAS BRASILEIRAS

Ondas fechadeiras, mar mexido e marolas. Entenda como o Brasil recebe condições adversas ao surf.
Existem razões geográficas para não termos a melhor qualidade das ondas apesar de termos uma costa que equivale a aproximadamente três vezes o tamanho do litoral peruano, dez vezes a extensão da costa portuguesa e 20 vezes mais longa que o perímetro da ilha de Oahu, no Havaí.
Partindo daí, resolvemos descobrir de onde vem esse “azar” natural, e dentre tantas características necessárias para formar boas ondas, encontramos 8 fatores negativos no litoral brasileiro que explicam porque a nossa etapa do circuito mundial WSL volta e meia decepciona.