Ramones foi uma banda norte-americana de punk rock formada em Forest Hills, no distrito de Queens, Nova York, no ano de 1974. Considerada como precursora do estilo e uma das bandas mais influentes e importantes da história do rock.
No início dos anos 70 surgiam diversas vertentes do rock nos Estados Unidos e no Reino Unido;
o punk rock foi uma delas, sendo os Ramones seus pioneiros e líderes,
que consolidaram a base deste estilo musical, com composições simples,
minimalistas e repetitivas. Seu som se caracteriza por ser rápido e direto com influências do Rockabilly dos anos de 1950 e surf rock.
No final de março de 74 os Ramones tocaram pela primeira vez, como um trio Joey, Dee Dee e Johnny. Em Abrill do mesmo ano, a banda realizou sua primeira apresentação no bar CBGB, que se tornava o refúgio do rock underground de NY da época. Ao longo de seus 22 anos de existência, os Ramones totalizaram 2.263 apresentações ao redor do mundo. O último show foi realizado em Los Angeles em 6 de Agosto de 1996.
Quando Douglas Colvin e John Cummings decidiram montar uma banda, chamaram para a bateria um conhecido de Douglas, Jeffrey Hyman. Nos primeiros ensaios John tocava a guitarra e Douglas tocava o baixo e cantava. Para homenagear o produtor Phil Ramone,
batizaram a banda de Ramones e todos usaram "Ramone" como sobrenome,
como se fizessem parte de uma família. A história, porém, gera
controvérsias, uma vez que alguns afirmam que, na verdade, eles apenas
fizeram uma brincadeira com fato de Paul McCartney se registrar em hotéis sob o pseudônimo de "Paul Ramon".
O termo pororoca é derivado do Tupi que designa “estrondo”, corresponde a um fenômeno natural onde acontece o encontro das águas de um rio com o oceano.
O fenômeno se torna mais evidente nas mudanças de fase da lua, especialmente na lua cheia e nova. O processo ocorre quando os níveis das águas oceânicas se elevam e essas invadem a foz do rio, o confronto dessas águas promove o surgimento de grandes ondas que podem atingir até dez metros de largura e cinco de altura, podendo chegar a uma velocidade que oscila entre 30 e 35 quilômetros por hora.
No Brasil esse fenômeno ocorre na foz do rio Amazonas, litoral do Estado do Pará, extremo norte do país, e no rio Mearim, Estado do Maranhão, o encontro das águas promove um verdadeiro espetáculo, provoca também um rasto de destruição nas margens dos rios, retirando muitas árvores, algumas dela de grande porte.
A pororoca é resultado da atração simultânea da Terra com o sol e a lua, o fenômeno apresentado nos meses de janeiro, fevereiro, março e abril possui características particulares, três grandes ondas adentram nos canais dos rios, provocando o fenômeno “terras caídas” que consiste no desmoronamento de grandes quantidades de terras emersas, ocasionando a morte de animais, plantas e a destruição de casas.
O fenômeno da pororoca não ocorre somente no Brasil, em muitos países acontece o mesmo, porém com outras denominações.
França: acontece na foz dos rios Gironda, Charante e Sena, o fenômeno é chamado de mascaret.
Inglaterra: ocorre na foz dos rios Tamisa, Severu, Trent e Hughly, nesse país recebe o nome de bore.
Bangladesh: foz do rio Megma, o fenômeno é chamado de Macaréu.
China: desenvolve na foz do rio Yangtzé conhecido pelos chineses de trovão e nomeado pelos ingleses de cager.
Mercedes produz prancha «aeroespacial» para Garrett McNamara
Depois de uma prancha feita a
partir de cortiça portuguesa, Garrett McNamara acaba de estrear nas
ondas gigantes da Nazaré uma prancha produzida com base em foam de alta
densidade utilizada nas asas dos aviões.
Esta nova arma no arsenal de McNamara para enfrentar o Canhão da
Nazaré é o capítulo mais recente de um ano em que o MBoard Project se
lançou em busca de materiais inovadores, capazes de serem utilizadas na
produção de pranchas de town in, desenvolvidas especialmente para
Garrett e para as ondas da Nazaré. A nova prancha de Garrett recorre a
tecnologias que permitem uma perfeita distribuição de peso, rigidez e
flexibilidade de materiais.
Garrett McNamara já testou a sua nova prancha nas sessões dos
passados dias 11 e 12 de dezembro, na Praia do Norte, na Nazaré. Nesta
ocasião, o surfista americano elogiou a tecnologia da nova flecha negra,
face à grande flexibilidade que este material permitiu obter de modo a
dar uma maior capacidade de absorção das vibrações provocadas a mais de
60km/h sobre as grandes ondas da Nazaré.
O projeto MBoard tem vindo a ser desenvolvido pela Mercedes-Benz Portugal, BBDO e a Nazaré Qualifica.
Com o acompanhamento do olhar criterioso do big rider havaiano
Garrett McNamara, engenheiros da Mercedes-Benz desenvolveram uma prancha
de surf para ser utilizada em condições extremas. A jóia sobre quilhas
tem nome, “The Silver Arrow of the Seas” ou “A Flecha prateada dos
mares”. Ela foi desenvolvida com a ajuda dos túneis de vento que a marca
alemã usa para criar seus carros, e é feita sob medida para o
esportista havaiano. A peça tem edição limitada a quatro unidades e
possui características próprias como dimensões e aerodinâmica de ponta.
O
brinquedo foi projetado para o estilo de surf “town-In”, onde o
surfista é puxado por jetski para entrar na onda. Somente dessa forma é
possível encarar “masmorras” como as da praia de Nazaré, em Portugal.
Ali, dependendo das condições climáticas, as ondulações chegam a
ultrapassar os 30 metros de altura.
No vídeo promocional da marca,
além de declarar amor ao esporte para o qual vive, o atleta descreve a
emoção de descer uma onda gigante que “persegue você”. E conta que em
situações limites assim, um tipo de prancha especial e muito rápida é
fundamental.
Foi
então que os construtores da sede da marca, em Stuttgart, entraram em
ação e projetaram uma superfície pensando no principal momento dinâmico
que o surfista enfrenta na onda, e na velocidade que se atinge ao
percorrer uma parede de toneladas de água instáveis. McNamara dá sua
contribuição dizendo que a parte central da prancha precisa ser a mais
rígida possível, e mais flexível nas extremidades para absorver os
fortes impactos.
Já
o chefe do departamento de aerodinâmica da Mercedes, Teddy Woll,
anteviu com precisão quando arriscou dizer que certamente surfistas de
ondas extremas deveriam atingir uma velocidade em torno de 50 ou 60
Km/h. O surfista prateado, e sua flecha prateada, alcançaram nada mais,
nada menos, que 62,4Km/h em sua estréia na famosa praia portuguesa. Good
waves Garrett!
Peugeot e Audi na mesma onda
A
exemplo de carros esportivos de alto desempenho da Peugeot, a prancha
GTi Concept baseia-se no prazer de condução. Ela conta com design dual,
uma mistura de madeira e fibra de carbono, que personifica bem o
conceito "Motion & Emotion", assinatura da Peugeot.
O shaper paulistano Gregório Motta foi incumbido de desenvolver a
primeira prancha de surf da marca Audi. Gregório aproveitou o nome
quattro, presente nos carros de tração nas quatro rodas da montadora,
para associar à característica de quadriquilhas da prancha, o que lhe
confere mais velocidade. O artefato foi todo forjado em carbono, além de
materiais de alta tecnologia e resistência.
Já pensou
em surfar com uma prancha de papelão? Empresa americana famosa pela
fabricação de snowboards, decidiu inovar e criou uma!
A empresa Signal Snowboards,
especialista em fabricar snowboards, em parceria com a Ernest
Packaging, uma das líderes em embalagens no país, produziu recentemente,
uma prancha de surf totalmente inovadora. Sim, uma PRANCHA FEITA DE PAPELÃO.
Ao invés do bloco de poliuretano para fazer a prancha, o famoso shaper de surf Jeff ‘Doc’ Lausch, utilizou papelão alveolar – com estrutura interna semelhante a favos de mel – coberto por uma camada de fibra de vidro, proporcionando um visual translúcido irado.
A prancha de papelão, conhecida por eles como Cardboard Surfboard, passou por diversos testes até chegar em sua versão final no último mês de setembro. Os fabricantes descobriram que ao usar spray à prova da água na estrutura de papelão, o material ficava mais rígido, facilitando o trabalho do shaper.
É, você nunca mais vai olhar pra aquelas caixas de papelão no supermercado com os mesmos olhos!
Dá uma olhada nas fotos iradas dessa invenção que, quem sabe, pode revolucionar o “surf ecológico” :
Curtiu a prancha de papelão? Então, manda pros seus amigos, e fica ligado nas melhores notícias do mundo do surf no blog Somdaonda.blogspot.com
Homem cruza Atlântico em prancha de stand-up paddle
O sul-africano Chris Bertish, 42
anos, cruzou o Oceano Atlântico em uma prancha de stand-up paddle
totalmente adaptada. Após sair do porto de Agadir, no Marrocos, ele
percorreu 7,5 mil quilômetros, durante 93 dias em alto mar, até
completar o trajeto e chegar na Ilha de Antíqua, no país caribenho
Antíqua e Barbuda. Durante o trajeto, onde teve sua localização
monitorada via satélite, ele bateu um novo recorde: o de maior distância
percorrida por uma pessoa, sem ajuda, em mar aberto – 115 quilômetros.
“Quanto mais tempo você puder
passar no oceano, não importa a modalidade, melhor. Sou um homem da água
e o oceano é minha inspiração. É onde eu realmente me sinto vivo, à
vontade, feliz, e livre”, disse Bertish para a BBC. Para
a façanha, foi usada uma prancha com um compartimento na parte da
frente, onde ele podia se abrigar e descansar, nos momentos de mau tempo
e durante a noite. A prancha foi feita sob medida para ajudá-lo a
manter a direção, apesar das altas ondas do mar aberto.
Além disso, havia ainda dois
painéis solares que abasteciam o equipamento eletrônico que permitia a
Bertish seguir o GPS, e usar um telefone via satélite, um computador e
outros dispositivos. Ele também tinha um compartimento para armazenar
água e comida, além de suprimentos de emergência, para sobreviver mais
de 50 dias em alto-mar.
A viagem também serviu para
arrecadar US$ 400 mil (R$ 1,26 milhão) de patrocinadores, que serão
destinados a instituições de caridade. Bertish espera construir cinco
escolas na África do Sul, criar um fundo para alimentar crianças e outro
para custear cirurgias infantis de lábio leporino.
Sand
rubies surgiu em Tucson, Arizona, no incio o grupo se chamava
Sidewinders, emplacaram três álbuns com Rich Hopkins na guitarra e
David Slutes como vocalista. A mudança de nome surgiu por causa de
dificuldades legais, mas eles continuaram a tentar um acordo com a
Mammoth Records em 1988. Seguiram para Nova York, resultando em um
acordo com a RCA. Devido ao pequeno apoio promocional da RCA, Sand
rubies passaram para Ensign / Chrysalis no início dos anos 90.
Infelizmente, quando EMI assumiu a Chrysalis, a banda foi deixada de
fora. Logo, o Sand Rubies voltou a ter um novo negócio, desta vez
com o Atlas / PolyGram. Ao mesmo tempo, Pearl Jam era a abertura da
banda. Mas as frustrações de continuamente ter que encontrar uma
nova etiqueta testando membros da banda resultou em temperamentos que
às vezes eram curtos.